quarta-feira, 16 de outubro de 2013

All you need to do is just... Trust



Hello Everyone!

Ao som de Eric Clapton & B. B. King - Marry You, estava organizando pensamentos e me lembrei desse espaço que deixei parado, pegando poeira digital.

E que bem fez pra mim ler algumas coisas! Tanto que resolvi voltar a escrever alguma coisa paralelamente à leitura dos posts antigos, fazendo um paralelo do que eu escrevi e o que estou vivendo hoje, será que mudou tanto? Se é a primeira vez que vem, sugiro que passe por lá para entender melhor algumas coisas que vou falar aqui, até pra conhecer mais sobre o que é esse espaço.

O primeiro post é algo incrível, problemas na família, problemas com o “cerumano”, enfim, muita coisa ainda vivo hoje, mas é incrível como o tempo nos mostra outra forma de visualizar situações, como experiências da vida nos mostram como é fácil julgar e difícil se colocar no lugar das pessoas, passar pelas situações pela ótica delas, e por fim, como é difícil acreditar nas pessoas como só Deus faz, visto tal sacrifício arquitetado por Ele.

Foi lindo ver a abundância de esperança que rolava no segundo post, lindo e triste ao mesmo tempo, visto que ando ultimamente numa batalha mental com relação a tudo que envolve a parte musical na minha vida.

Tudo se baseia em relacionamento entre pessoas. Projetos musicais – imagino que qualquer projeto que tenha a ambição de se solidificar como algo bem feito - demandam interação, engajamento, por vezes sacrifício, mas, definitivamente, é necessário material humano. Nada que eu me prontificar a fazer será bom o suficiente se optar por fazê-lo sozinho. Idéias diferentes, visões diferentes acerca de determinadas passagens ou direções podem modificar totalmente o resultado final de um projeto, e, sabendo filtrar as pessoas,  quase sempre pra melhor.

E o que isso tem a ver com a tristeza que sinto hoje com relação a o que falei anteriormente? O maior problema é: Como fazer um projeto, um sonho, que nasceu no coração de um, ter a mesma importância no coração das inúmeras pessoas necessárias para que esse projeto chegue ao seu término, à sua conclusão?

Por que essa necessidade? Porque quando um projeto se torna um sonho, você perde tempo com ele, você se engaja nele, “perde tempo” com ele, toma cuidado com decisões procurando preservá-lo, enfim, tem total carinho com aquilo que se torna quase que alvo de realização pessoal.

Aí voltamos à outra pergunta: Como fazer um projeto, um sonho, que nasceu no coração de um, ter a mesma importância no coração das inúmeras pessoas necessárias para que esse projeto chegue ao seu término, à sua conclusão?

Vejo duas opções:

Primeira: Você compra o interesse das pessoas para a sua ideia.
Segunda: As pessoas “compram a sua ideia , direcionando seus respectivos interesse para essa ideia, tornando-a delas também.

Tendo as condiçõe$ necessárias, a primeira opção é a mais fácil, é só escolher quem tem o perfil do seu projeto/sonho, comprar o interesse dele, e sugar tudo aquilo que ele tem para melhorar ainda mais o resultado final do projeto, que agora já não é mais seu, e sim “seus”.

O meu problema, especificamente, é que não tenho as devidas condiçõe$, e me encaixo na segunda opção.

E como é frustrante correr atrás de pessoas compartilhando um sonho que é tão importante pra você e vê-las tratando-o como mais um projeto, mais uma oportunidade de ocupar o tempo, ou mais um hobby. Hoje sou pai de 2 filhos maravilhosos, e comparo essa situação a ver professores dando a mínima para o aprendizado deles em um colégio. Deve ser ruim a situação de um pai que sonha em ver o filho crescendo como ser humano, mas vê os parceiros que deveriam lhe auxiliar nessa empreitada (no meu exemplo, os professores) não dando a mínima para a educação deles.

O pior é que algumas vezes temos parceiros que até “compraram nossa ideia , mas não demonstram nem um pouco que estão ali. O ser humano é muito movido à motivações, e não há nada mais motivacional pra mim do que os meus possíveis parceiros me passarem permanentemente o sentimento de “conte comigo”.

Pode ser carência? Claro que sim! Mas é tudo tão difícil de se realizar que se não houver um acúmulo de forças diante dessas dificuldades e em prol de um mesmo objetivo, não há esperança que não sucumba a uma brecha de dúvida, àquela pontinha de desânimo que é apenas o primeiro passo para o fracasso do desânimo total.

E sem esperança, sem resultado. Por isso, como diz o título do post, acho que tudo o que você precisa fazer é... Confiar. Confiar em Deus, confiar naquilo que Ele te deu pra sonhar, confiar nas pessoas, e assim por diante.

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Pretendia escrever uma resenha de cada post que já tinha aqui, mas desembolei essa ideia toda aí acerca do segundo post e ficou algo enorme já, depois eu falo mais sobre os outros...

O legal é que tudo isso que falei tem um pouco a ver com o último post. Fiquei com medo, dois posts já que falo sobre frustração musical, as vezes já ta na hora de parar com isso e eu não vi.

Mas enquanto não vejo isso continuo como o nome do álbum da banda Fireflight, cuja capa ilustra esse post, unbreakable.

God I want to dream again
Take me where I've never been
I wanna go there
This time I'm not scared
Now I am unbreakable
It's unmistakable
No one can touch me
Nothing can stop me